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	<title>FAC IEPG</title>
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	<description>Os Melhores Cursos de Graduação e Pós-Graduação</description>
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		<title>Citologia da tireoide: como funciona a investigação celular</title>
		<link>https://faculdadeiepg.com.br/citologia-da-tireoide/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe FAC IEPG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 18:10:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem Categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A citologia da tireoide ajuda a investigar nódulos e responder a uma dúvida comum: o nódulo apresenta características benignas ou exige uma investigação mais aprofundada? Esses nódulos são comuns e, na maioria dos casos, benignos. O desafio clínico consiste em identificar quais precisam apenas de acompanhamento e quais exigem outras medidas. Nesse processo, a análise [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong>citologia da tireoide</strong> ajuda a investigar nódulos e responder a uma dúvida comum: o nódulo apresenta características benignas ou exige uma investigação mais aprofundada? Esses nódulos são comuns e, na maioria dos casos, benignos. O desafio clínico consiste em identificar quais precisam apenas de acompanhamento e quais exigem outras medidas.</p>



<p>Nesse processo, a análise celular ajuda a estimar o risco de malignidade e a orientar as próximas etapas. Neste artigo, você vai entender como os profissionais coletam e analisam as amostras e por que esse exame ocupa um lugar importante na rotina dos laboratórios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que a citologia da tireoide é importante?</h2>



<p>O médico não indica punção para todo nódulo. Ele considera o exame clínico, as características da ultrassonografia, o tamanho da lesão e o histórico do paciente.</p>



<p>Na ultrassonografia, sinais como margens irregulares, microcalcificações e formato mais alto do que largo podem aumentar a suspeita de malignidade. O médico analisa esses achados em conjunto para decidir se o paciente precisa de investigação adicional.</p>



<p>Quando existe indicação, a citologia fornece informações importantes sobre as características celulares do nódulo. O resultado ajuda a diferenciar lesões com perfil benigno daquelas que exigem acompanhamento mais próximo ou exames complementares. Assim, o exame contribui para decisões clínicas individualizadas e pode evitar intervenções desnecessárias em casos selecionados.</p>


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<h2 class="wp-block-heading">Como o profissional coleta e analisa o material?</h2>



<p>O profissional coleta as células por meio da Punção Aspirativa por Agulha Fina (PAAF). Durante o procedimento, ele utiliza uma agulha fina para retirar uma pequena amostra do nódulo. Na maioria dos casos, a ultrassonografia orienta a punção e ajuda o profissional a alcançar a região desejada.</p>



<p>O procedimento costuma ocorrer em ambiente ambulatorial e apresenta caráter minimamente invasivo.</p>



<p>Após a coleta, a equipe do laboratório prepara o material para análise. Conforme o método utilizado, os profissionais distribuem as células em lâminas ou processam a amostra por técnicas de citologia em meio líquido. Depois, aplicam corantes específicos para facilitar a observação ao microscópio.</p>



<p>Durante a análise, o citologista verifica a quantidade e a qualidade das células, a forma como elas se agrupam e as características dos núcleos. O tamanho nuclear, os contornos, os sulcos e as inclusões podem fornecer pistas importantes para a identificação de alterações.</p>



<p>O profissional interpreta o conjunto desses elementos, em vez de se apoiar em um único achado. Por isso, a qualidade da coleta e a experiência de quem examina a amostra influenciam a confiabilidade do resultado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os limites da citologia da tireoide?</h2>



<p>A citologia oferece informações importantes, mas não responde a todas as perguntas.</p>



<p>Um dos desafios aparece quando a amostra não contém células suficientes ou adequadas para análise. Isso pode ocorrer em algumas situações, como nos nódulos predominantemente císticos. Nesses casos, o médico pode solicitar uma nova punção.</p>



<p>Outra limitação envolve a própria natureza do exame. A citologia permite estudar células e seus agrupamentos, mas não revela toda a arquitetura do tecido. Essa diferença importa especialmente nas neoplasias foliculares: para diagnosticar um carcinoma folicular, o patologista precisa avaliar a invasão da cápsula ou dos vasos sanguíneos, algo que exige o exame histopatológico do tecido.</p>



<p>A qualidade da amostra e a experiência do profissional também influenciam a interpretação. Por isso, o médico não deve analisar o laudo isoladamente. Ele precisa integrar o resultado aos achados da ultrassonografia, ao histórico clínico e aos demais exames para definir a conduta mais adequada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>A <strong>citologia da tireoide</strong> reúne etapas fundamentais para a investigação dos nódulos. A ultrassonografia identifica características suspeitas, a PAAF fornece a amostra celular e o Sistema Bethesda organiza os achados em categorias que ajudam a estimar o risco de malignidade.</p>



<p>Compreender esse processo permite interpretar os resultados com mais critério, reconhecer as limitações do exame e contribuir para uma investigação mais precisa. A decisão entre acompanhar o nódulo, solicitar outros exames ou indicar uma intervenção depende da avaliação conjunta dos dados clínicos, de imagem e laboratoriais.</p>



<p>A FAC IEPG oferece especialização em Citologia Clínica para profissionais que desejam aprofundar seus conhecimentos e desenvolver competências nessa área. Para consultar informações sobre turmas, grade curricular e inscrições, acesse os canais oficiais da instituição.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Cuidado Farmacêutico: Qual é o Papel do Profissional no Acompanhamento do Paciente?</title>
		<link>https://faculdadeiepg.com.br/cuidado-farmaceutico-acompanhamento-paciente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe FAC IEPG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 19:16:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[#acompanhamento]]></category>
		<category><![CDATA[#farmaceutico]]></category>
		<category><![CDATA[#paciente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um paciente idoso, com hipertensão, diabetes tipo 2 e uso contínuo de medicamentos, chega à farmácia com uma nova receita. Nesse momento, o farmacêutico pode conferir os medicamentos, orientar sobre o tratamento e avaliar possíveis problemas. Afinal, sua atuação vai além da entrega dos produtos. Além disso, o acompanhamento permite observar como o paciente utiliza [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um paciente idoso, com hipertensão, diabetes tipo 2 e uso contínuo de medicamentos, chega à farmácia com uma nova receita. Nesse momento, o farmacêutico pode conferir os medicamentos, orientar sobre o tratamento e avaliar possíveis problemas. Afinal, sua atuação vai além da entrega dos produtos.</p>



<p>Além disso, o acompanhamento permite observar como o paciente utiliza os medicamentos no dia a dia. Assim, o profissional consegue identificar dificuldades, esclarecer dúvidas e contribuir para um tratamento mais seguro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é cuidado farmacêutico?</strong></h2>



<p>O cuidado farmacêutico reúne práticas voltadas às necessidades do paciente relacionadas à farmacoterapia. Por isso, o foco não está apenas na dispensação. O acompanhamento também considera o uso correto dos medicamentos e os resultados esperados com o tratamento.</p>



<p>No Brasil, a Lei Federal nº 13.021/2014 estabelece atribuições clínicas para o farmacêutico. Entre elas, estão o acompanhamento farmacoterapêutico, o estabelecimento do perfil farmacoterapêutico e a orientação sobre medicamentos.</p>



<p>Dessa forma, o farmacêutico participa de diferentes etapas do tratamento. Ele também pode identificar situações que exigem atenção e, quando necessário, orientar o paciente a buscar outro profissional de saúde.</p>


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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual é o papel do farmacêutico no acompanhamento do paciente?</strong></h2>



<p>Primeiramente, o profissional pode avaliar os medicamentos utilizados pelo paciente. Nesse processo, ele observa a forma de uso, possíveis dificuldades e informações relevantes para a farmacoterapia.</p>



<p>Além disso, o acompanhamento pode ajudar a identificar problemas relacionados aos medicamentos. Entre eles, estão interações, duplicidades, dificuldades de adesão e outras situações que merecem avaliação.</p>



<p>A orientação também ocupa um espaço importante. Quando o paciente entende como deve utilizar o medicamento, tende a seguir o tratamento com mais segurança. Por isso, explicar horários, forma de uso e cuidados necessários faz parte da atuação clínica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Prescrição farmacêutica e atuação clínica</strong></h2>



<p>A atuação clínica do farmacêutico também avançou nos últimos anos. Nesse contexto, o Conselho Federal de Farmácia estabeleceu regras para a atuação prescritiva e para o Registro de Qualificação de Especialista, o RQE.</p>



<p>No entanto, a prescrição farmacêutica possui limites. O profissional precisa seguir as normas do Conselho, além dos protocolos e das diretrizes aplicáveis a cada situação.</p>



<p>Por isso, conhecer a legislação é tão importante quanto desenvolver conhecimento clínico. A atuação responsável depende da união entre formação, prática e atualização profissional.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong></h2>



<p>O cuidado farmacêutico amplia a participação do profissional no tratamento. Com isso, o farmacêutico deixa de atuar apenas no momento da dispensação e passa a acompanhar diferentes aspectos da farmacoterapia.</p>



<p>Para isso, é importante compreender medicamentos, legislação e necessidades do paciente. Ao mesmo tempo, a atualização constante fortalece a atuação clínica e ajuda o profissional a tomar decisões mais seguras.</p>



<p>Nesse sentido, a especialização em Farmácia Clínica pode contribuir para quem busca aprofundar conhecimentos e ampliar suas possibilidades de atuação profissional.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Novos códigos da Anvisa: o que muda no desenvolvimento de cosméticos</title>
		<link>https://faculdadeiepg.com.br/novos-codigos-anvisa-cosmeticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe FAC IEPG]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Oct 2026 11:47:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[#regulamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem atua no desenvolvimento de cosméticos sabe que cada detalhe regulatório pesa no tempo de lançamento de um produto. E agora a rotina de quem registra fórmulas junto à Agência mudou: os novos códigos da Anvisa reorganizam a forma de peticionar inclusões no Sistema Solicita e prometem acelerar as análises. Por isso, entender essa atualização [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem atua no desenvolvimento de cosméticos sabe que cada detalhe regulatório pesa no tempo de lançamento de um produto. <strong>E agora</strong> a rotina de quem registra fórmulas junto à Agência mudou: os <strong>novos códigos da Anvisa</strong> reorganizam a forma de peticionar inclusões no Sistema Solicita e prometem acelerar as análises. <strong>Por isso</strong>, entender essa atualização virou tarefa obrigatória para profissionais e empresas do setor</p>



<h2 class="wp-block-heading">De um código único para quatro</h2>



<p><strong>Até então</strong>, todas as solicitações de inclusão de novas substâncias, funções, embalagens e formas físicas passavam por um único código de assunto, o 2877. <strong>No entanto</strong>, esse modelo concentrava pedidos muito diferentes em um só caminho, o que atrasava a tramitação. <strong>A partir de 1º de setembro de 2026</strong>, a Anvisa desativou esse código e criou quatro específicos: o 2878, para inclusão de nova substância; o 2879, para nova função de uma substância já aprovada; o 2880, para nova embalagem; e o 2881, para nova forma física. <strong>Assim</strong>, cada tipo de pedido ganha um fluxo próprio dentro do Sistema Solicita.</p>


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<h2 class="wp-block-heading">Por que os novos códigos da Anvisa importam</h2>



<p>A mudança não é apenas burocrática. <strong>Na prática</strong>, os <strong>novos códigos da Anvisa</strong> vêm acompanhados de formulários de petição individuais, com a lista revisada de documentos exigida para cada solicitação. <strong>Dessa forma</strong>, a empresa identifica com clareza o que precisa anexar, reduz erros de protocolo e evita o retrabalho que trava um lançamento. <strong>Além disso</strong>, a Gerência-Geral de Cosméticos e Saneantes projeta ganho de celeridade e redução do passivo de petições pendentes, já que as análises passam a seguir os mesmos trâmites das demais, com parecer técnico e ofício comunicando a decisão final.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O impacto direto no desenvolvimento de cosméticos</h2>



<p>Para quem trabalha com inovação, essa organização muda o jogo. <strong>Afinal</strong>, grande parte do desenvolvimento de cosméticos depende justamente de incluir ingredientes novos, testar formas físicas inéditas ou validar embalagens diferentes. <strong>Quando</strong> o caminho regulatório fica mais claro, o profissional planeja melhor o cronograma de P&amp;D e ganha previsibilidade para colocar a fórmula no mercado. <strong>Vale lembrar</strong> que todo esse processo continua ancorado na RDC 907/2024, norma que define hoje a classificação e os requisitos técnicos dos produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes. <strong>Portanto</strong>, dominar tanto a regulação quanto a técnica de formulação deixou de ser diferencial e passou a ser requisito de quem quer liderar projetos no setor.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conclusão</h2>



<p>Os <strong>novos códigos da Anvisa</strong> mostram um movimento claro rumo a processos mais ágeis, padronizados e transparentes, e quem domina esse cenário sai na frente. <strong>Se</strong> você quer transformar o conhecimento regulatório em competência real para criar, formular e lançar produtos, a pós-graduação em Desenvolvimento de Produtos Cosméticos da FAC IEPG prepara você para unir ciência, inovação e conformidade regulatória. Fale com a nossa equipe e faça sua inscrição.</p>



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		<title>Anvisa propõe sandbox regulatório: entenda o que pode mudar</title>
		<link>https://faculdadeiepg.com.br/sandbox-regulatorio-anvisa-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe FAC IEPG]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 14:26:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[#anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[#desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A inovação em saúde avança em um ritmo que nem sempre acompanha a atualização das normas. Para lidar com esse desafio, a Anvisa avançou em 2026 na criação de um modelo de sandbox regulatório, um ambiente controlado para testar soluções inovadoras sob supervisão sanitária. Em 30 de setembro, a Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A inovação em saúde avança em um ritmo que nem sempre acompanha a atualização das normas. Para lidar com esse desafio, a Anvisa avançou em 2026 na criação de um modelo de <strong>sandbox regulatório</strong>, um ambiente controlado para testar soluções inovadoras sob supervisão sanitária.</p>



<p>Em 30 de setembro, a Diretoria Colegiada da Anvisa aprovou o Relatório de Análise de Impacto Regulatório (AIR) sobre o tema. Depois, em 6 de outubro, a agência publicou uma proposta de Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) para consulta pública, aberta por 60 dias. Portanto, a regulamentação ainda está em fase de construção e pode receber contribuições da sociedade antes da decisão final.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é o sandbox regulatório</strong><br></h2>



<p>O conceito está previsto na Lei Complementar nº 182/2021, conhecida como Marco Legal das Startups e do Empreendedorismo Inovador. A legislação permite que órgãos reguladores criem ambientes experimentais nos quais determinadas regras possam ser afastadas de forma controlada para testar novas soluções.</p>



<p>Na prática, o modelo funciona como um ambiente de testes supervisionado. Empresas e outras pessoas jurídicas participantes podem desenvolver, produzir ou comercializar soluções inovadoras que enfrentam barreiras nas normas atuais, desde que cumpram condições específicas.</p>



<p>A flexibilização, porém, não significa ausência de regulação. A proposta prevê prazo determinado, limites, critérios de participação, gerenciamento de riscos e acompanhamento da Anvisa. Assim, os testes podem gerar evidências sem eliminar os mecanismos de proteção à saúde.</p>


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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que a proposta da Anvisa estabelece</strong><br></h2>



<p>A proposta busca criar <strong>regras gerais para o funcionamento do ambiente experimental</strong>, enquanto cada iniciativa terá condições próprias definidas em editais.</p>



<p>Entre os elementos previstos estão critérios de seleção dos participantes, autorização temporária, monitoramento dos projetos, gestão de riscos, salvaguardas e regras para o encerramento dos experimentos. Além disso, eventuais flexibilizações deverão respeitar as condições definidas para cada projeto.</p>



<p>A Análise de Impacto Regulatório também considerou experiências nacionais e internacionais. O estudo avaliou diferentes alternativas para estruturar o modelo e utilizou análise multicritério para comparar as possibilidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que a mudança importa para a área da saúde</strong></h2>



<p>A inovação pode criar produtos, tecnologias e modelos de negócio que não se encaixam perfeitamente nas normas existentes. Sem uma ferramenta experimental, essas soluções podem enfrentar dificuldades para serem testadas de forma segura antes de chegar ao mercado.</p>



<p>Com o novo modelo, a Anvisa busca aproximar a regulação do ritmo de desenvolvimento tecnológico. Ao mesmo tempo, a agência mantém a avaliação de riscos e o acompanhamento dos experimentos.</p>



<p>Para empresas, isso pode representar uma oportunidade de testar soluções inovadoras em condições previamente definidas. Para o setor regulado, também significa acompanhar mais de perto como a agência pretende lidar com tecnologias que desafiam os modelos tradicionais de regulação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong><br></h2>



<p>A proposta de <strong>sandbox regulatório</strong> da Anvisa representa uma nova possibilidade de aproximar inovação e regulação sanitária. Em vez de esperar que todas as tecnologias se encaixem primeiro nas regras existentes, o modelo permite testar determinadas soluções em condições controladas e produzir evidências para orientar decisões futuras.</p>



<p>A proposta ainda está em consulta pública, mas já sinaliza uma mudança importante na forma de pensar a regulação sanitária no Brasil. Para profissionais da área, acompanhar esse processo significa entender não apenas as normas atuais, mas também os instrumentos que podem influenciar a regulação dos próximos anos.</p>



<p>Quer se preparar para esse cenário? Conheça o <strong>MBA em Regulação da FAC IEPG</strong> e aprofunde seus conhecimentos para atuar diante das transformações do setor regulatório.</p>



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		<title>Cosméticos artesanais: o que muda com as novas regras da Anvisa em 2026?</title>
		<link>https://faculdadeiepg.com.br/cosmeticos-artesanais-novas-regras-anvisa-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe FAC IEPG]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 12:18:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[#Cosmeticosartesanais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Produzir sabonetes, óleos, perfumes e outros produtos em pequena escala ganhou um novo marco regulatório no Brasil. Em 5 de outubro de 2026, a Anvisa publicou regras específicas para a produção e a comercialização de cosméticos artesanais. As normas simplificam algumas exigências, mas também definem critérios para enquadramento, produção, rotulagem e venda. A mudança regulamenta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Produzir sabonetes, óleos, perfumes e outros produtos em pequena escala ganhou um novo marco regulatório no Brasil. Em 5 de outubro de 2026, a Anvisa publicou regras específicas para a produção e a comercialização de <strong>cosméticos artesanais</strong>. As normas simplificam algumas exigências, mas também definem critérios para enquadramento, produção, rotulagem e venda.</p>



<p>A mudança regulamenta a Lei nº 15.154/2025 e cria um regime específico para produtores que trabalham de forma predominantemente manual, em pequena escala e com produtos de baixo risco. No entanto, é importante destacar: as novas regras <strong>ainda não estão em vigor</strong>. A RDC 1.045/2026 e a IN 474/2026 entrarão em vigor 60 dias após a publicação no Diário Oficial da União.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que a nova regulamentação estabelece</strong><br></h2>



<p>A RDC 1.045/2026 define os requisitos técnicos e os procedimentos simplificados para produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes produzidos de maneira artesanal. Já a IN 474/2026 estabelece os grupos de produtos que podem se enquadrar nesse regime.</p>



<p>Entre as principais mudanças está a dispensa de registro ou notificação dos produtos junto à Anvisa. O produtor também não precisará de Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE), desde que cumpra os critérios previstos na regulamentação.</p>



<p>Além disso, quando exigido pela vigilância sanitária local, o licenciamento sanitário será realizado de forma automática, sem análise, visita ou inspeção prévia. A atividade, porém, continuará sujeita à fiscalização posterior.</p>



<p>A norma também dispensa a exigência de responsável técnico para os produtos que se enquadram no regime artesanal. Nesse caso, o próprio produtor assume integralmente a responsabilidade pela conformidade sanitária e pela segurança dos produtos.</p>



<p>Outro ponto é o prazo de validade, que poderá ser de até 12 meses a partir da data de fabricação.</p>


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<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem pode produzir e vender</strong><br></h2>



<p>Não basta produzir manualmente para entrar no regime. A regulamentação estabelece critérios cumulativos para o enquadramento.</p>



<p>O produtor deve trabalhar predominantemente de forma manual, em pequena escala e com domínio integral do processo. Isso inclui a seleção das matérias-primas, formulação, produção, controle de qualidade básico, envase e rotulagem. A terceirização total ou parcial dessas etapas não é permitida.</p>



<p>Os produtos também precisam apresentar baixo risco e baixo risco de contaminação microbiológica. A regra considera, por exemplo, formulações sem água, com atividade de água muito baixa ou com alta concentração de álcool capaz de atuar como agente auto preservativo. Além disso, o produto não pode ser destinado a áreas sensíveis, como olhos e mucosas, nem a populações consideradas vulneráveis pela norma.</p>



<p>A IN 474/2026 contempla grupos como produtos de perfumaria com base alcoólica, odorizantes de ambiente, produtos sólidos para banho, sabonetes sólidos, xampus e condicionadores sólidos, óleos e manteigas corporais e desodorantes axilares em barra.</p>



<p>Na comercialização, a regra exige <strong>venda direta ao consumidor final</strong>. Entre os canais permitidos estão estabelecimentos próprios, feiras de artesanato, redes sociais, sites e marketplaces próprios do produtor, além da venda porta a porta ou em domicílio. Familiares, auxiliares e apoiadores também podem realizar a venda em nome do produtor.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Segurança continua sendo prioridade</strong><br></h2>



<p>A redução da burocracia não elimina a responsabilidade sanitária. Pelo contrário: o produtor precisa conhecer os ingredientes utilizados, os riscos relacionados à fabricação e as condições necessárias para manter a segurança do produto.</p>



<p>A regulamentação estabelece cuidados com higiene pessoal, instalações, equipamentos e utensílios. As superfícies utilizadas na produção devem permitir uma higienização adequada, e a utilização de utensílios de madeira ou outros materiais porosos é proibida.</p>



<p>Também é necessário controlar as matérias-primas, respeitar os prazos de validade, manter os materiais organizados e avaliar a qualidade do produto final antes da venda. A regulamentação ainda determina a criação de um canal para dúvidas e reclamações, além do registro simplificado dessas ocorrências e das medidas adotadas.</p>



<p>A rotulagem também segue requisitos específicos. Entre as informações obrigatórias estão nome do produto, composição, data de fabricação, prazo de validade, endereço de produção, peso ou volume, contato do produtor, advertências aplicáveis e a indicação <strong>“PRODUTO ARTESANAL”</strong>.</p>



<p>As alegações também possuem limites. O produtor pode utilizar afirmações simples relacionadas a funções como limpeza, hidratação e perfumação, mas não pode fazer alegações terapêuticas ou promessas que dependam de comprovação por testes de segurança e eficácia.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong><br></h2>



<p>As novas regras dos <strong>cosméticos artesanais</strong> representam uma mudança importante para pequenos produtores que buscavam um enquadramento regulatório específico. A partir da entrada em vigor da RDC 1.045/2026 e da IN 474/2026, quem atender aos critérios estabelecidos poderá trabalhar com procedimentos simplificados, sem abrir mão das exigências de segurança e qualidade.</p>



<p>Nesse cenário, o conhecimento técnico ganha ainda mais importância. Dominar formulação, desenvolvimento, controle de qualidade e requisitos regulatórios pode fazer diferença tanto na segurança do produto quanto na profissionalização do negócio.</p>



<p>Quer aprofundar seus conhecimentos sobre desenvolvimento e produção de cosméticos? Conheça a pós-graduação em <strong>Desenvolvimento de Produtos Cosméticos da FAC IEPG</strong> e prepare-se para atuar em um mercado que exige cada vez mais conhecimento técnico e atenção às normas.</p>



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		<title>Canetas emagrecedoras no SUS: o que muda para profissionais da saúde?</title>
		<link>https://faculdadeiepg.com.br/canetas-emagrecedoras-sus-profissionais-saude/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Equipe FAC IEPG]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 11:54:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Informativos]]></category>
		<category><![CDATA[#centasemagrecedoras #ozempic]]></category>
		<category><![CDATA[#tg #mounjaro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O debate sobre as canetas emagrecedoras no SUS ganhou força em setembro de 2026. Em 24 de setembro, o Ministério da Saúde protocolou na Conitec um pedido para avaliar a incorporação de medicamentos da classe GLP-1, à base de semgalutida e liraglutida, para pessoas com obesidade. Portanto, o tema entrou em uma etapa formal de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O debate sobre as <strong>canetas emagrecedoras no SUS</strong> ganhou força em setembro de 2026. Em 24 de setembro, o Ministério da Saúde protocolou na Conitec um pedido para avaliar a incorporação de medicamentos da classe GLP-1, à base de semgalutida e liraglutida, para pessoas com obesidade. Portanto, o tema entrou em uma etapa formal de avaliação. Até o momento, porém, esses medicamentos ainda não fazem parte da oferta regular do SUS.</p>



<p>O movimento acompanha uma mudança importante no cenário da obesidade no Brasil. Segundo o Vigitel, a frequência de obesidade entre adultos nas capitais e no Distrito Federal passou de 11,8% em 2006 para 25,7% em 2024. Além disso, o Ministério da Saúde aponta queda de cerca de 70% nos preços desses medicamentos no Brasil em menos de um ano e informa que 25 produtos já foram registrados no país. A Organização Mundial da Saúde também publicou, em dezembro de 2025, sua primeira diretriz sobre terapias baseadas em GLP-1 para o tratamento da obesidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Canetas emagrecedoras no SUS: o que muda para os profissionais?</strong><br></h2>



<p>Primeiro, o cenário amplia a necessidade de conhecimento técnico. A eventual incorporação não significa liberação indiscriminada desses medicamentos. O Ministério da Saúde prevê critérios clínicos para definir quais pacientes poderão ter acesso ao tratamento. Além disso, a OMS recomenda o uso dos GLP-1 como parte de um cuidado abrangente, associado à alimentação adequada, à atividade física e ao acompanhamento de profissionais de saúde.</p>



<p>Para quem atua em saúde estética, essa mudança exige ainda mais cuidado com a comunicação. A caneta não deve aparecer como um atalho para resultados estéticos. O profissional precisa compreender o papel do medicamento, reconhecer situações que exigem avaliação médica e respeitar os limites de sua atuação. Assim, a orientação ao paciente se torna mais segura e alinhada à prática baseada em evidências.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Segurança, acompanhamento e responsabilidade</strong></h2>



<p>O aumento do acesso também amplia a responsabilidade dos profissionais. Desde 23 de junho de 2025, os medicamentos agonistas do receptor GLP-1 passaram a exigir retenção da receita nas farmácias e drogarias. A Anvisa adotou a medida para reforçar o controle da dispensação.</p>



<p>Além disso, a Anvisa mantém o monitoramento de eventos adversos. Em 2025, a Agência alertou para um evento ocular muito raro associado à semaglutida, com possibilidade de perda súbita da visão. Por isso, profissionais precisam evitar automedicação, promessas de resultado rápido e orientações fora de sua competência profissional.</p>


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<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que a qualificação muda na prática?</strong></h2>



<p>Com a expansão dos medicamentos da classe GLP-1, o profissional que atua na saúde estética precisa acompanhar as mudanças científicas e regulatórias. Isso inclui entender indicações, riscos, limites de atuação e a importância do acompanhamento multiprofissional.</p>



<p>Mais do que conhecer uma tendência de mercado, o profissional precisa saber interpretar informações e orientar o paciente com responsabilidade. Dessa forma, a atualização se transforma em uma ferramenta para melhorar a qualidade do atendimento e fortalecer a confiança na atuação profissional.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Conclusão</strong><br></h2>



<p>As <strong>canetas emagrecedoras no SUS</strong> ainda estão em processo de avaliação, mas o avanço desse debate já influencia a atuação dos profissionais da saúde. Nesse cenário, conhecimento técnico, atualização regulatória e responsabilidade na orientação fazem diferença.</p>



<p>Para quem deseja ampliar a atuação em saúde estética, a pós-graduação em Saúde Estética da <strong>FAC IEPG</strong> é uma opção para aprofundar conhecimentos e acompanhar as transformações da área. Conheça o curso em faculdadeiepg.com.br e avance na sua formação profissional.</p>



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